quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

De você.


Todo esse tempo aterrador
Que ainda caminha com ardor
Olho e vejo o meu amor
O qual não destes nenhum valor
cuidado
o afago
do teu lado
podes sumir
partir
e sorrir
Sabes que pertences meu coração
Mas não minha razão
Assim vou me despedindo
Aos poucos, me esvaindo
De lembranças que atormentam
Lembranças que me afastam
do meu próprio ser
do meu próprio querer
do meu próprio sofrer
De você.
01:14

Borin.

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