terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Caros amigos evangélicos,
Gostaria de fazer um apelo. Eu, que não possuo religião, vejo que existem pessoas de caráter duvidoso nas Igrejas, assim como qualquer religião. Só que esse grupo seleto de pessoas chamam mais atenção do que vocês, pessoas do bem. Essas falsas ovelhas estão no nosso cotidiano alugando nossos ouvidos com mentiras e fantasias que só me fazem criar um asco pela espécie.
Esses caras que falam que não posso sair pra dançar, que não posso beber minha cerveja de vez em quando, que não posso falar palavrões, que não posso ir a um bar com meus amigos (mesmo que não vá beber), que não posso sair com meninos ou meninas, que não posso ter relação antes do casamento... Esses são os mesmos que causam discórdia, que mentem, que tiram vantagem, que se aproveitam do que não lhes pertence, que discriminam deficientes e idosos, que mal tratam pessoas todos os dias. Esses frenquentadores e, por vezes, criadores de antros chamados de casa de Deus estão difamando a religião de vocês.
Salvem a instituição de vocês! Se a primeira impressão é a que fica, se depender desses caras, nunca serei evangélica.

Ferreira.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Há de um dia padecer
Pois nenhum sorriso é irrefutável
De lágrimas presas no armário
De alegrias sempre a emudecer

E eis que surge o sorriso de lado
Que teima em dizer: -Foi tudo sonhado.
Eis que surge a moça vazia
Esperando na sala sua doce companhia

A moça agora dar-se por ser
Vive a vida de uma imperatriz
A moça agora caminha ao anoitecer
Pois não passe de ser
Uma particular meretriz.
23:34

Borin.
Sentada no vazio
Do meu peito vadio
Sentindo um aperto
E odiando meus defeitos.

Me basta o lhe querer
Olhar-te de longe
Suas feições num alvorecer
Seu jeito de me falar
Seu jeito de me olhar
Seu jeito...
Seu sorriso de lado
E seu abraço apertado.

Me dói pensar
que meu amigo me trai
meu amigo bandido
que vejo ao olhar num espelho
E esse tal amigo
Me mata aos poucos
Tirando você de mim.

Borin.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Amor sem firulas

Não quero flores em buquês
Quero elas vivas
Criadas pela graça
Quero os enfeites naturais
Não preciso de cartas com corações nos cantos, nos is
Não quero declarações ensaiadas, decoradas
Quero o amor na taça de vinho
No chão da sala
Quero palavras
Conversas
Quero a beleza da verdade
(Sendo fácil ou não)
Quero o amor escrito nas possibilidades
Nos olhares simples
Nos sorrisos tímidos
Nas coincidências
Nos desejos não escondidos
Nos olhares tímidos
Nos sorrisos simples.

Ferreira