terça-feira, 28 de junho de 2011

Blind

You used to accept me
Flaws and all
I used to accept you too
But now
After all this pain
I became insane
And, I cannot love you
Like I did before

I told you since the beggining
The first time that heard you screamming
That you've been rude
I told you
Why couldn't you hear me?
I said that wouldn't stand the pain for too long
I couldn't
I can't

Damn, are you blind?
Can't you hear?
Can't you feel?
That this hurts me
All this kills my soul in the deep

I think you don't care
You really don't care
So many tears that you saw
rolling down my face
And so many times that I've cried alone in my bed
(night, afternoon or day)
Boy I say
I don't want be hurted (hurt no more)
I wanna love (love and love)
Tears, only for happiness
Or for missing you
Be with you in my mind
in the good times
There's no meaning be with you
If I'm dying
Love is for living
In our case, for dreaming
apart
Without this pain
If you're blind now
I'll wait this illness pass
But I cannot find the cure
I can't help you
I'm trying to help us
Helping me
I cannot die
I cannot die anymore
no more
no more.


Ferreira.




quinta-feira, 9 de junho de 2011

No âmbito selvagem da procura
pelo incessável gosto da resposta
trazia a imagem de uma bula
receitada pela sede que se mostra.
E se contendo em procurar
procurar, procurar, procurar...
fazia de mim um achado
que aos poucos se perdia
se transpondo ao que não se podia achar.
Um quebra-cabeça inerente
jazia numa breve mente dormente
ao pranto que de toda sua procura
lhe trazia o agrado descontente.
01.39

Borin.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Meu caro amigo
me perdoe por favor
se perdi a linha
o rumo certo
p'ro caminho reto
Atrás de solução
procurei em ti
um ombro amigo
um abraço quente
como irmão
fiz bagunça
fiz besteira
usei o seu braço
como impulso
por impulso
p'ra minha solução
erro meu
que tola eu
joguei fora
o que não devia
o que não queria
a pedir perdão
continuarei
mesmo em silencio
respeitando o desgosto
que causei a você
e a todos
caros amigos...

Ferreira.

terça-feira, 7 de junho de 2011


Me perdi no meio dos erros sem remetente definido. Sumi entre dores e receios. A dor no meu peito querendo pular pela garganta, tomando conta do meu pulmão, tirando o suspiro de esperança no sucesso do nosso amor. Dor tamanha me tirou o cérebro e congelou meu coração, me deixando apenas um imenso desespero, sede pela solução. Dor imensa que me deu como solução o fim à espera de um recomeço. Mas a covardia tomou meu corpo provocando o maior dos erros. O mais sujo e nojento dos erros. __ . A agonia tomou nova forma e aumentou. Piorar o que não se podia piorar. Ferir Deus e o mundo (literalmente) só doeu mais e mais. Trazendo de diferente apenas a dormência e a náusea.
Mas faz pensar. O que é pior: várias feridas medianas a graves que nunca cicatrizam (por falta de oportunidade) ou uma única ferida profunda?

A resposta nunca virá.

Ferreira.

domingo, 5 de junho de 2011

Cheguei a cogitar
mas recuei
talvez pela disparidade de vivência quem em nós se apresenta.

Mas as marteladas em minha mente
Foi me levando a repensar
Porém tinha certeza
Que era apenas uma garotinha ao seu olhar.

Fui tomada pelo acesso
de então lhe encontrar
E nessa difícil tarefa
De tudo, lhe confeço
à primeira vista de teu falar
comecei a tagarelar
garantindo certo temor de não lhe agradar.
Então logo constatei
o que uma noite de conversa pôde no fim me causar.
Vi-me embaraçada
por não saber em que pisar
E meu temor se findou.

Joguei-me para os leões
meus vícios mesquinhos
Não achou tão fofinha
Não era apenas uma garotinha
com um copo de whiskey na mão
e na outra jazia um cigarro acesso
Dei a sorte de encontrar um coração
em meio a toda multidão
que então me deu um chão.

Mas daí constatei
que todo amor mal compreendido
me deixa com o coração partido
mas no fundo são os que realmente amei.
00:05

Borin.