quarta-feira, 27 de julho de 2011

Meu príncipe encantado
Não precisa ser um príncipe
E também não ser encantado
Ele pode ser um sapo.

Ele precisa saber sentir
Ele precisa gostar de mim
Ter em seu coração
O sentimento de nossa paixão.

Digamos que esse tal príncipe
Nem um tanto encantado
Não seja a beleza
De toda uma natureza
Emoldada em um quadro
Mas que seja para mim
O meu príncipe encantado.
03:42

Borin.
A população unificada
Traz a evolução acelerada
Ao crescimento de uma nação
Com apenas um coração
[o coração brasileiro]
Que bate por todas as raças
Que bate por todas etnias
Por todos grupos em suas praças
Todo aquele canteiro
De uma diversidade singular
Que só se encontra
Nesse nosso Brasil popular.

Por isso meu caro companheiro
Vamos juntos cantar
"Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada, Brasil!".
03:54

Borin.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

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somos um todo. somos o todo. cada vida é fundamental, é elemento crucial. faz ou fez ou fará a diferença. cada uma (vida) deve ser respeitada, agradecida e voltar ao todo, à terra. é como voltar ao ventre e nascer outro, refeito, novo de novo.
um filme famoso mostrou com beleza e delicadeza a importância de cada ser e como mal tratamos tantas vezes aqueles que são parte de nós. mas nem fama, sucesso, tecnologia e beleza foi suficientemente eficiente para mostrar a verdade ao mundo. mundo cego, surdo, mudo, insensível - de todas as maneiras possíveis - aos sinais dos erros que são cometidos a cada segundo. não desfrutar daquilo que foi feito para nós, não parece ser coisa muito lógica a se fazer. pensar em proteger ao próximo é dos melhores atos que há, mas proteger o destino dele mesmo, ainda não faz sentido. não que todos tenham nascido para alimentar alguém, mas temos algumas funções programadas previamente que devemos estar dispostos a cumprir e que nossa natureze nunca irá aceitar desperdício para mais ou pra menos.

Ferreira.

sábado, 2 de julho de 2011

Meus olhos não se encheram de lágrimas
Meu coração saiu do corpo
[todo todo acelerado
Sentou na cadeira ao lado
e imóvel ficou
olhando um corpo apático
um corpo sem rubor
um corpo gélido
um corpo morto de amor.

Morto pela esperança na vontade
Por ter fé em ser só bondade
a frente de uma emoção
Traido pelo canalha covarde.

Brincar com algo bom
Talvez não se deva não
Sentir-se apenas diversão
Talvez sendo tudo ilusão
Mas talvez...
Um talvez verídico.
Mas talvez.
21:50

Borin.